Cartões de Dados para Radiônica (CDR)

máquina radiônica cartões

Conforme prometido, passamos a falar um pouco das pesquisas efetuadas que culminaram na criação do CDR (Cartão de Dados Radiônicos).

Estávamos descontentes com as dificuldades impostas aos usuários da Radiônica no Brasil, e deixamos isto claro no artigo “O novo patamar da Radiônica brasileira“, mas como solucionar os problemas de forma prática?

Desde o início percebemos a necessidade de instrumentos que permitissem:

  • Menor consumo de tempo do operador;
  • Menor necessidade de ajustes;
  • Maior economia financeira para o usuário no desenvolvimento de um trabalho prático.

Sem isto seria impossível tornar a Radiônica uma prática difundida, principalmente para os que não são radionicistas mas se interessam na técnica, tenho amigos acupunturistas por exemplo, que já deixaram claro o interesse no tema a partir dos resultados que viram, mas não conseguiam dispor de tempo para efetuar diversas regulagens para cada cliente, entremeadas por seus próprios atendimentos e outros afazeres.

E para resolver isto era primordial que os diversos dados de cada tratamento pudessem ser mantidos para uso posterior, não conseguíamos imaginar outra solução para o radionicista alcançar, entre outras coisas, um retorno satisfatório para seu investimento.

As primeiras experiências

cristal radiônicoTendo isto em mente começamos nosso trabalho, que obteve um rumo inicial quando descobri que era possível programar as famosas pastilhas Stiper para uso posterior em tratamentos, comecei a pesquisar a programação de cristais para o mesmo fim e acabei descobrindo que o Raul Breves também estava pesquisando algo neste sentido, só que para aplicações totalmente diferentes. Até escrevi um artigo a respeito na época que pode ser acessado aqui.

Comecei fazendo assim, colocava no poço do testemunho uma ponta de cristal durante o tratamento, e descobri que ao final deste, a ponta em questão continha as informações do dado transmitido através da impregnação, sendo possível utilizar o mesmo cristal no dia seguinte sem ter que regular novamente o aparelho. Isto representou um certo avanço.

O método contudo tinha suas limitações, e eram várias, coloco abaixo as duas mais irritantes:

Limitação do número de impregnações.

É bastante simples impregnar uma substância através de meios radiônicos ou radiestésicos, porém, na maioria dos casos uma segunda impregnação distorce total ou parcialmente a primeira, uma terceira distorce as anteriores e assim sucessivamente, da mesma forma que, se colocarmos tintas de cores diferentes em contato haverá mudança de tons. O fato, bastante conhecido em nosso meio, sempre causou limitações na Radiônica, como a simulação de corretores múltiplos no sistema Rae, que sempre exigiram aparelhos especiais para sua confecção.

Tal fato também significava manter vários cristais para cada tratamento, cada um com uma programação específica.

A solução seria criar aparelhos com 30 ou 40 diais que pudessem ser sintonizados para coisas diferentes e cujas emissões fossem disparadas em conjunto, gerando a programação de tudo ao mesmo tempo, e tal solução não nos animava de forma alguma.

Falta de segurança

Os cristais assimilam facilmente informações vibracionais, o que facilita o trabalho de programação, por outro lado isto cria uma dificuldade adicional, as informações são facilmente sobrepostas por outras que interajam com ele, campos eletromagnéticos e celulares os desprogramam rapidamente, para citar apenas dois fatores.

Isto exigia uma cuidadosa manutenção das pedras, cada uma envolvida em feltro negro quando fora de uso, constantes reprogramações e perda de dados que inviabilizavam o sistema para uso em larga escala. Sem contar a dificuldade para a organização que isto gerava.

Diamantes Herkimer e Radiônica

radiônica diamante herkimer

Resolvemos isto parcialmente ao utilizarmos outro agente para a recepção de informações vibracionais, os diamantes Herkimer, cristais com biterminação naturais que se
mostraram aptos para programações mais duradouras, não me pergunte o por quê, pois embora eu tenha algumas ideias não posso afirmar com certeza os motivos.

Porém haviam detalhes que inviabilizaram seu uso, entre eles:

  • Dificuldades para serem encontrados;
  • Alto custo de aquisição.

Depois disso partimos para outras substâncias, azeite, óleos e metais, porém todos barravam na questão do tempo de duração de impregnação ou limitação de impregnações possíveis.

Cartões de Dados Radiônicos (CDR)

Seria fastidioso elencar os diversos passos que foram dados, mas finalmente conseguimos chegar a cartões que, pela forma, material, manipulação física e vibracional,cdr1

 

podem ser programados para tratamentos complexos de forma simples, possuindo diversas vantagens sobre as ideias anteriores, tais como:

  • Longa duração de programação;
  • Facilidade de manipulação, organização e conservação;
  • Praticidade para programação e utilização;
  • Preços acessíveis.

Testamos algumas versões por vários meses, não somente através de medições mas também em situações reais para a solução de problemas também reais.

 

Novos aparelhos, novas conquistas

Máquina radiônica lc4 cartão cdr

Este foi o primeiro passo para a criação de aparelhos novos e sem similares no mercado nacional, que exigiram ainda novos gabinetes para os instrumentos, reformulação do layout e outras mudanças que tornaram possíveis a realização prática do projeto.

Esta invenção revolucionária permite novos avanços para a Radiônica brasileira!

Invenção revolucionária?

A parte a empolgação anterior não se trata invenção nenhuma como supúnhamos no início, quando estávamos com quase tudo pronto descobrimos que os cartões que víamos no site de Bruce Copen, famoso radionicista inglês, e que erroneamente acreditávamos ser algo semelhante ao padrão Rae, na verdade fazem exatamente o que introduzimos no Brasil, detalhe, ele criou o sistema na década de 80, e apenas a falta de atenção aliada ao nosso inglês macarrônico não permitiu perceber antes.

Quando muito podemos nos orgulhar de ter desenvolvido o método que utilizamos, mas não a técnica em si.

Os aparelhos podem ser vistos em mais detalhes abaixo:

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About The Author

Sérgio Nogueira

Presidente da Associação Brasileira de Radiestesia e Radiônica (ABRAD). Possui formação ainda nas áreas de acupuntura, reiki, hipnose, magnetismo e outras, que utiliza de forma sinérgica em seu trabalho. Atualmente se dedica a atendimentos na área de radiestesia empresarial, auxiliando profissionais e empresas a atingirem seus objetivos.

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