Carta radiônica I 1Nesta primeira carta começaremos discutindo um pouco mais sobre o uso dos aparelhos radiônicos, tentando mostrar formas seguras e corretas de operação. E depois iremos expor uma das técnicas que utilizamos para avaliar o funcionamento e os resultados da emissão radiônica efetuada com nossos dispositivos

Primeiro gostaria de informar a todos que a obtenção de um aparelho radiônico é como obter um instrumento musical, quem adquire um violão por exemplo pode ser enquadrado em um dos casos abaixo.

  • A pessoa já tem um conhecimento musical que lhe permite tocar com maior ou menor desenvoltura
  • A pessoa não tem qualquer conhecimento musical
  • A pessoa possui amplo conhecimento teórico e prático.

Nos três casos acima veremos que a aquisição de um instrumento por si só não capacita ninguém a reproduzir a música, a pessoa precisa ter um conhecimento sobre o tema, se ela não possui este conhecimento então ela deve se esforçar para adquirir o mesmo de todas as formas possíveis, principalmente através de cursos ou do contato com pessoas mais experientes que possam auxiliar no aprendizado.

E naturalmente o aprendizado é algo gradativo, ninguém executa sinfonias complexas com uma semana de práticas, da mesma forma o estudante deve galgar os degraus um de cada vez, deve praticar com afinco as técnicas que conhece, não desanimando diante das dificuldades que um tema tão pouco documentado obrigatoriamente traz. E mais do que tudo, acho que o estudante deve ser bastante honesto consigo mesmo, deve avaliar sempre os resultados obtidos à luz da razão, sem apelar para saídas “esotéricas” quando as coisas não vão bem, mas sim buscando eventuais erros de procedimento. Não fique por exemplo preocupado se o seu vizinho anda colocando mau olhado em você, mas procure reavaliar seu método de trabalho.

Uma forma interessante de avaliar nossa interação com equipamentos radiônicos é justamente fazer alguns testes cujos resultados podem ser avaliados objetivamente, já que os testes subjetivos, pela sua própria natureza podem ser enganadores.

Nesta primeira carta vamos mostrar uma prática simples que temos repetido várias vezes para demonstrar a atuação dos equipamentos radiônicos sobre os organismos vivos, trata-se da emissão radiônica para plantas!

Este teste tem a vantagem de proporcionar resultados reproduzíveis e visíveis, sendo que qualquer pessoa que possua os equipamentos em questão pode fazê-lo em sua casa, tomando os devidos cuidados que indicaremos mais à frente. Na verdade este teste é tão simples e esclarecedor que o realizamos de tempos em tempos para avaliar modificações nos aparelhos, ou para ver de quando em quando como anda nossa interação mente/aparelho.

Nós utilizamos três feijões desta vez, retirados do mesmo pacote, e todos passaram pelos seguintes cuidados:

  • Foram colocados em um copo plástico que continha uma pequena camada de algodão, esta camada foi igual para os três.
  • Receberam a mesma quantidade de água FILTRADA (25ml no primeiro dia)
  • Receberam nos dias subsequentes quantidades iguais de água (cerca de 5ml a cada 2 dias)
  • Tiveram a mesma exposição à luz solar

Equipamentos utilizados

Aparelho radiônico Aleph II

Carta radiônica I 2

Aparelho radiônico Órion

Carta radiônica I 3

Individualmente

O primeiro grão não recebeu nenhum tipo de estímulo energético, o chamaremos 1C (controle)

O segundo recebeu emissões do aparelho Aleph II, o chamaremos 2A (AlephII)

O terceiro recebeu emissões do aparelho Órion, o chamaremos 3O (Órion)

Início 19/02/09

Tempo de Emissão: média de uma hora por dia

Situação no primeiro dia, antes de qualquer emissão:

Carta radiônica I 4Carta radiônica I 5

Medição de unidades Bovis

  1. Controle: 4.500 UB
  2. Aleph II: 4.500 UB
  3. Órion: 4.500 UB

Regulagens

  1. Sem qualquer forma de emissão.
  2. 7656 (4,1)
  3. 191535101 (25)

A sequência de números se refere ao índice de emissão dos aparelhos, já os números em parêntesis são as regulagens de freqüência de tratamento.

Situação sete dias depois

Abaixo temos uma das fotos das três plantas, a planta controle está no centro, à esquerda temos a planta que recebeu emissão da AlephII e à direita a que recebeu emissão da Órion, as imagens falam por si.  Outras fotos você encontrará no fim da carta.

Carta radiônica I 6

Os dados obtidos foram:

Índices Bovis                           Altura do caule (sem contar folhas)

  1. Controle:     6.800 UB                     19,5cm
  2. Aleph II:      8.300 UB                      22 cm
  3. Órion:         8.300 UB                      28cm

O que demonstra que tivemos diferença entre o crescimento das três plantas, a planta controle apresenta crescimento normal, a planta tratada pela Aleph II está 2,5 cm maior que a planta que não recebeu qualquer emissão, e a planta que recebeu a emissão proveniente da Órion tem 8,5 cm a mais que a de controle, o aspecto das três é normal, sendo que de todas a tratada pela Aleph II é a que se apresenta mais robusta.

Já a medição em unidades Bovis é ainda mais esclarecedora, a primeira planta apresenta 6.800 UB, enquanto as plantas que receberam emissões radiônicas vibram em 8.300 UB, um detalhe que deve ser dito, as plantas ficaram a maioria do tempo em um ambiente que possui incidência telúrica, ambiente de 5.800 UB. As duas plantas tratadas vibram em um padrão Bovis maior, sendo mais aconselhadas ao uso alimentar.

Quem quiser reproduzir este trabalho basta prestar atenção aos detalhes

Os grãos de feijão devem obrigatoriamente vir do mesmo saquinho, este deve ser novo e de marca boa.

A quantidade de algodão empregado em cada copo, bem como a quantidade de água deve ser exatamente igual.

Cada plantinha deve receber a mesma quantidade de luz solar, cuidado para nenhuma ficar mais exposta ao sol, no caso acima elas tomavam sol algumas horas por dia no mesmo local, cuidado para não deixar elas muito expostas.

Para este tipo de trabalho você deve dosar bem a água nos dias que se seguem, e isto depende da temperatura, em geral requer pouca água, cuidado para não encharcar as plantas.

Curiosidade: A planta tratada pela Órion embora tenha sido a que mais se desenvolveu foi a que mais demorou, até o quinto dia ela de fato era a menor de todas (lamentavelmente não tirei fotos).

Carta radiônica I 7

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Situação doze dias depois

Segue abaixo mais uma foto das três plantas, como podemos ver facilmente a diferença entre as plantas que receberam emissão e a que não recebeu continua, desta vez muito mais acentuada a diferença entre a que recebeu emissão da Órion e as outras.

Carta radiônica I 9

Os dados obtidos foram:

                       Índices Bovis     Altura do caule (desta vez contando acima das folhas)

  1. Controle:     6.800 UB                     23cm
  2. Aleph II:      8.300 UB                     26 cm
  3. Órion:         8.300 UB                     47cm

Os índices biométricos permanecem estáveis, porém as medidas se alteraram bastante, a que foi tratada pela Aleph está 3cm maior que a de controle, e a tratada pela Órion tem mais do dobro da altura da que não recebeu qualquer tratamento, a que foi tratada pela Aleph permanece sendo a mais robusta das três, embora nas fotos não se perceba este detalhe.

O que fica muito claro em todas as fotos é o efeito biológico que os aparelhos proporcionaram, é verdade que da Aleph para a outra planta de controle a diferença é menos marcante, porém se nota uma grande diferença de robustes entre as duas, e a Órion nos mostra uma diferença muito mais acentuada.

Carta radiônica I 10

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