Em radiestesia é importante que possamos contar com um sistema que permita quantificar e qualificar os eventos pesquisados, pois desta forma podemos ter uma visão mais precisa do que buscamos.

Saber que uma pessoa está com a energia do fígado em desequilíbrio, por exemplo, não ajuda muito, pois cerca de 90% da população sofre tal desequilíbrio, mas saber o quanto está em desequilíbrio é que nos permite avaliar se existe a necessidade de alguma intervenção energética mais urgente.

Entre os diversos meios de medição, o biômetro, desenvolvido por André Bovis (a teoria mais aceita), tornou-se o padrão mais utilizado, e também o que mais debatido, tendo diversas teorias sobre os valores ideais e outros pontos.

Neste vídeo respondo três perguntas que atormentam muitos radiestesistas.

  1. Qual o padrão que devemos adotar para medições de pessoas / animais?
  2. Por que outros radiestesistas usam padrões diferentes?
  3. Por que a Escola Internacional de Radiestesia utiliza o padrão que defendo no vídeo?

É um vídeo que contém diversas informações e explica em detalhes alguns pontos.

 


Sérgio Nogueira
Sérgio Nogueira

Presidente da Associação Brasileira de Radiestesia e Radiônica (ABRAD). Possui formação ainda nas áreas de acupuntura, reiki, hipnose, magnetismo e outras, que utiliza de forma sinérgica em seu trabalho. Atualmente se dedica a atendimentos na área de radiestesia empresarial, auxiliando profissionais e empresas a atingirem seus objetivos.