Celulares e radiação

A OMS reconhece que o celular pode causar câncer……finalmente.

Celulares e câncer

Após anos de discussão e negativas finalmente estamos obtendo confirmações sobre a nocividade do uso dos aparelhos celulares.

Hoje a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou, após uma série de pesquisas, que alterou a classificação dos aparelhos celulares para “possivelmente cancerígeno”, contrariando sua posição anterior segundo a qual que não existia qualquer evidência de nocividade no uso da telefonia móvel, novos estudos da IARC (Agência Internacional da OMS para pesquisas do câncer) detectaram aumento de 40% de riscos de desenvolvimento de Glioma entre usuários.

A notícia é, em partes, uma confirmação do que nós radiestesistas sempre defendemos com base em nossas pesquisas com o  pêndulo e a percepção radiestésica, e surge após longos embates e desencontros entre estudos, distorção de dados e ocultação de informações por parte dos fabricantes. Me lembro que em apenas uma semana alguns anos atrás tivemos o resultado de 5 pesquisas simultâneas alertando para possíveis riscos ligados aos celulares, pouco tempo depois não se ouvia falar de mais nenhuma.

O celular passou de inócuo para “possivelmente cancerígeno” segundo a OMS, na mesma categoria estão o chumbo, escapamento de automóvel e o clorofórmio. Boa parte do mérito devemos a Agência ambiental Européia, que vem pressionando governos a realizarem estudos mais aprofundados nos últimos anos e não tem se contentado com as pesquisas custeadas por fabricantes que geralmente terminam com um “Não existem evidências de riscos.” Aliás, estas pesquisas são a maioria, sendo que a poucos anos atrás tínhamos cerca de 240 estudos sobre os efeitos dos celulares sobre o ser humano, das quais 225 era pagas por fabricantes de aparelhos e outras empresas diretamente envolvidas com o ramo.

Em Radiestesia detectamos a nocividade dos aparelhos praticamente desde que se iniciou a difusão da telefonia móvel, sendo comum demonstrações de seus efeitos em cursos e palestras, temos alertado para o aumento indiscriminado de antenas em todos os locais e tentado conscientizar as pessoas para um uso mais racional dos aparelhos, infelizmente sem muito sucesso.

Um dos efeitos que podemos facilmente observar é a redução do chamado índice Bovis, que mede a qualidade vibratória da pessoa, após 10 minutos de uso ininterrupto de aparelho, e isto é um problema sério se pensarmos que para a manutenção da saúde é imprescindível que a qualidade vibratória do ser humano seja alta. Outra questão é a diminuição de atividade dos Chacras quando expostos diretamente as radiações não ionizantes de aparelhos e torres de transmissão que também surgem nas avaliações de radiestesistas.

celular e o câncer em criançasUm dos problemas desta pesquisa é que ela não indica se existem ou não maiores riscos para as crianças, algo que outros especialistas tem insistido ultimamente devido a fragilidade da caixa craniana e menor espessura do couro cabeludo entre os pequeninos.

Esperamos que este novo alerta da OMS possa auxiliar a difusão de mais informações, muitas das quais o fabricante de seu aparelho esconde.

Clique aqui para ler a matéria da Folha de São Paulo a respeito.

E você? Sabe como se proteger e diminuir os riscos do impacto dos campos eletromagnéticos produzidos pelos aparelhos?

About The Author

Sérgio Nogueira

Presidente da Associação Brasileira de Radiestesia e Radiônica (ABRAD). Possui formação ainda nas áreas de acupuntura, reiki, hipnose, magnetismo e outras, que utiliza de forma sinérgica em seu trabalho. Atualmente se dedica a atendimentos na área de radiestesia empresarial, auxiliando profissionais e empresas a atingirem seus objetivos.

Comente este artigo