A Radiestesia e as Ondas Eletromagnéticas

O Artigo abaixo é de autoria de José Ribamar de Souza Martins, que eu erroneamente havia confundido com meu amigo José de Souza. mas de qualquer forma o artigo é muito bom, desejo uma boa leitura a todos.

campo energético humano

São fontes não perceptíveis pelo sentido comum, que produzem danos de alto nível biótipo e psíquico, cuja ação é tanto evidente quanto crítica sobre a saúde, a vitalidade, o comportamento, o humor, a sorte e o destino dos homens”
(Jacques La Maya – Medicina de Habitação)

Por:
José Ribamar de Souza Martins
(Radiestesista – São Luis/MA)

Somos uma geração privilegiada. Vivemos uma época que testemunha o avanço das ciências aos saltos, pois as descobertas chegam com tal velocidade que quase não dá tempo para as compreendermos. A todo momento surge um novo objeto ou uma nova descoberta, para enriquecer o nosso mundo já repleto de novidades.

Olhando detidamente para as coisas que nos cercam, percebemos facilmente que nosso modo tecnológico de vida apóia-se principalmente no uso generalizado de duas grandes forças: o petróleo e a eletricidade. Todo o nosso conforto, segurança e comodidade encontra-se apoiado em tais formas de energia.

No tocante à eletricidade, já quase é impossível enumerarmos a quantidade de aparelhos domésticos, públicos e individuais que existem, produzindo facilidades cada vez maiores nas rotinas da sociedade moderna. Hoje, calcamos uma tela e os acontecimentos mais distantes desfilam frente aos nossos olhos, enquanto um pequeno cartão torna-se praticamente a nova moeda do mundo. Recostados em nossas camas, podemos assistir ao trabalho dos nossos escravos robotizados vigiando o mundo, vagando desapercebidos nos céus dos antigos poetas. Este é verdadeiramente um “Admirável Mundo Novo”.

No entanto, aprofundemos um pouco mais a visão para dentro das coisas que nos cercam, principalmente as de funcionamento eletro-eletrônico. Vejamos o que nos diz a respeito do assunto dois respeitáveis seguimentos do conhecimento universal. A nossa Física Moderna aliada à tradicional Radiestesia.

Comecemos então examinando alguns princípios bem básicos e fundamentais, porém necessários à compreensão de um fenômeno invisível que ocorre todas as vezes que nós utilizamos as funções elétricas ou eletrônicas dos equipamentos modernos que nos cercam.
Através da física sabemos que no Universo tudo vibra, tudo encontra-se em frenética atividade tanto a nível de partículas, onde milhares de trocas quânticas são efetuadas em pequenos intervalos de tempo. Tudo aquilo que vibra, também emite ondas das mais diversas formas, podendo ser detectadas e “sintonizadas” dependendo da técnica empregada por nós.
Também sabemos através desta ciência, que a eletricidade (sustentáculo da nossa vida moderna), é basicamente um fluxo ininterrupto de elétrons gerado pelo efeito eletromagnético (a eletricidade produz magnetismo, o magnetismo produz a eletricidade; logo a eletricidade e o magnetismo são forças complementares), através de um condutor metálico, que conecta a fonte geradora aos aparelhos de consumo. E que a natureza da força elétrica que chega aos nosso lares é alterada, isto é, modificada sua polaridade de 50 a 60 vezes por segundos, (variando ainda em amplitude no mesmo intervalo de tempo) dependendo das condições de fornecimento em cada localidade.

Estudos mais detalhados da corrente elétrica alternada (a mesma que alimenta nossas casas), mostram que os fios metálicos que a conduzem irradiam ondas eletromagnéticas para o meio ao longo de seu percurso, cujo alcance (o das ondas), depende da intensidade elétrica que transportam e das condições ambientais por onde passam.
As ondas eletromagnéticas irradiadas dos condutores metálicos para o meio (ver os trabalhos do Faraday), produzem um efeito bastante curioso, que deve ser mencionado e levado a sério por todos aqueles que desejam manter a própria unidade. Vejamos então o que nos diz a Física Quântica a respeito.

Somente depois dos trabalhos de Niels Bohr em 1925 e Schroedinger em 1940, é que ficamos sabendo mais sobre o interior do átomo, composto principalmente de partículas nucleares (prótons, neutrons…) e elétrons, partículas que giram ao redor em frenético movimento. O interesse é que todas as vezes que adicionarmos energia (o calor, por exemplo) a um átomo, seus elétrons tenderão a girar em suas órbitas muito mais rapidamente, chegando ao ponto de executar saltos tanto para outras órbitas, como para fora deste universo, desequilibrando a estabilidade energética do átomo.

Quando este fato acontece, temos então uma especialidade: como o número de Prótons (partículas que possuem cargas positivas) e o de Elétrons (partículas com cargas negativas) são necessariamente iguais, temos então um átomo em desequilíbrio quântico denominado pelos físicos de Íon. Aquele que “perder” um Elétron fica com excesso de Prótons, tornando-se um Íon positivo, ao contrário do átomo que “aprisionar” o Elétron errante, que se tornará um Íon negativo.

O EFEITO “NUVEM IÔNICA”

O que acabamos de descrever resumidamente a nível quântico, é o que acontece continuamente ao redor dos fios elétricos em nossa casas (em escala mínima), como também ao longo dos cabos de alta tensão e linhas de transmissão das fontes geradoras (em escala gigantesca).
Sintetizando o princípio aqui explorado, temos o seguinte: as ondas irradiadas dos cabos compostos de partículas altamente carregadas chocam-se em átomos do ar, que libertam mais elétrons, que chocam-se com outros átomos, que produzem uma verdadeira “nuvem iônica” no espaço ao redor dos fios e cabos elétricos. A nuvem iônica é positiva e não faz bem a 90% dos seres humanos.

Especialistas no assunto relacionam a fonte dos íons positivos com vários tipos de reações alérgicas, afecções do aparelho respiratório, mal estar generalizado, náuseas, dores de cabeça e , principalmente, insônia.

Mas, não são apenas os cabos elétricos que produzem estes tipos malefícios. As fontes internas dos aparelhos elétricos, os motores das geladeiras, máquinas de lavar, liquidificadores, batedeiras, aquecedores elétricos, cobertores elétricos e muitos outros artefatos nossos conhecidos, também são irradiadores de Ondas Eletromagnéticas e Sopros Iônicos agressores, embora em escalas diferenciadas. Deixamos propositadamente de mencionar televisores, computadores, monitores, sistema de vídeo com parabólica, mostradores digitais e semelhantes, por se enquadrarem em outro bloco de nocividades, embora contribuam para desequilíbrio dos átomos no ar que respiramos.

No caso específico dos climatizadores e aparelhos de ar condicionado, o mal é bem maior. O bombardeio contínuo da carga iônica produzida pelos mesmos, agride a pele (produzindo envelhecimento precoce) e aos olhos (gerando vários distúrbios da visão). Se assim não fosse, centenas de cientistas no mundo inteiro não estariam envolvidos na busca de soluções para a nuvem de Íons positivos gerados pelos aparelhos de ar condicionado.

SOBRE AS EMISSÕES ALFA, BETA E GAMA

Resumindo, qualquer acréscimo de radiações ionizantes só pode aumentar o fardo humano das doenças hereditárias e do câncer, além de encurtar a vida”.Pirie M.ª, Ph.D – Poeiras Radioativas)

Já no tocante aos televisores, monitores de vídeo, tubos de raios catódicos, aparelhos de raio X, mostradores de relógios digitais, painéis de cristal líquido, lâmpadas fluorescentes e similares, a nocividade redobra, pois os mesmos trabalham com ondas curtíssimas de grande aceleração e alto poder de penetrabilidade, que chegam inclusive a atravessar o corpo humano. Vejamos um pouco sobre estas missões, ainda na visão da Física Quântica.
Os tubos dos televisores, monitores de vídeo, lâmpadas fluorescentes e similares, são revestidos internamente com material radioativo, propriedade que algumas substâncias possuem (Césio, Urânio, Rádio, Estrôncio), de transformarem-se em outras através da liberação de partículas dos seus átomos para o seu meio (ver tabela 1).

O pó radioativo dessas substâncias ao receber estímulo (no caso a eletricidade), produz forte luminescência, vindo daqui a sua utilização nos mencionados aparelhos.

O problema é que quando a substância radioativa recebe estímulo, liberta três tipos de radiações que merecem um rápido comentário. As ditas emissões são conhecidas pelos nomes de Alfa, Beta e Gama. São de elevadas cargas energéticas e podem produzir alterações mutagênicas nos tecidos vivos que atingem. As alfas são as mais fracas, desaparecem depois de chocarem-se com os átomos do ar, não indo além de 50 cm da fonte. Podem ser freadas por uma folha de papel ou tecidos espessos de algodão. Na pele, atingem apenas a camada superficial, não causando danos além do envelhecimento precoce.

As betas, compostas de Elétrons rápidos, podem atravessar folhas de papel, vários metros de ar (em média 5 metros), algumas substâncias leves e mergulhar na carne humana. No processo, chocam-se com átomos de ar (e dos tecidos vivos), arrancam outras partículas que propagam-se até que a ionização enfraqueça. Podem ser bloqueadas por seis meses de ar, uma parede de concreto (10cm) ou uma coluna de água na espessura de 2 centímetros.
Já as emissões Gama são caracterizadas por ondas eletromagnéticas de elevada energia, que se propagam com a velocidade da luz, mas de curtíssima frequência altamente penetrante e de forte poder ionizador (quebra dos átomos do ar e dos tecidos vivos), ofensas às moléculas humanas que tornam-se lesadas ao receberem seus impactos. A radiação gama pode atravessar vários metros de ar, objetos, o corpo humano, uma parede e placa metálicas que estejam em sua trajetória, apenas sendo bloqueada por vários metros de concreto ou um bloco de 50 cm de chumbo. Esta é a emissão que mais arranca elétrons da matéria que atravessa, notadamente o tecido humano.

Resumindo o que foi exposto até agora, temos duas grandes fontes de nocividades eletromagnéticas invisíveis, que se propagam no ar, atravessam paredes, pessoas, animais, metais, objetos, etc., e que possuem a capacidade de lesar e modificar o tecido humano. Existem outras fontes importantes, no entanto, estas duas bastam para dar trabalho ao radiestesista que desejar aventurar-se no perigo pântano das ondas ELTM nocivas.

TABELA I

SUBSTÂNCIA VIDA MÉDIA TIPO DE EMISSÃO
Estrôncio90 28 anos Beta
Zircônio95 65 dias Beta e Gama
Iodo131 08 dias Beta e Gama
Césio137 33 dias Beta e Gama
Bário140 13 dias Beta e Gama

Em referência aos raios X, não nos aprofundaremos por motivos óbvios! Contentamo-nos apenas em expor alguns dados recolhidos de um artigo publicado pelo M.D.Ph.D.J.H. Humphrey sobre emissões X em Radiólogos nos Estados Unidos da América.

Aqui estão:

Idade Média ao Morrer

População dos Estados Unidos……….. 65,5 anos
Médicos em contato com raio X……….. 66,0 anos
Médico com algum contato……………… 63,3 anos
Radiólogos…………………………………… 60,0 anos

About The Author

Sérgio Nogueira

Presidente da Associação Brasileira de Radiestesia e Radiônica (ABRAD). Possui formação ainda nas áreas de acupuntura, reiki, hipnose, magnetismo e outras, que utiliza de forma sinérgica em seu trabalho. Atualmente se dedica a atendimentos na área de radiestesia empresarial, auxiliando profissionais e empresas a atingirem seus objetivos.

Comente este artigo