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6 coisas que aprendi com o radiestesista António Rodrigues (A terceira é a mais importante)

Olá aqui é o Sérgio Nogueira da Escola Internacional de radiestesia.

Nesse vídeo vou falar um pouco sobre o Antônio Rodrigues, da experiência que eu tive com ele através de alguns anos.

Aconteceu o seguinte, ontem eu recebi um presente do pessoal da editora Alfabeto, da Neide Signorini, ela me mandou o livro “Radiestesia Prática e Avançada do Antônio Rodrigues”, foi uma surpresa tão grande, foi um presente que eu gostei demais!

Comecei então a folhear o livro, todo mundo sabe que eu adoro esse livro e recomendo para todos, inclusive se você não tem, adquira, pois, é uma ótima obra.

Comecei a folhear e aí uma série de lembranças começaram a surgir na minha mente, comecei a lembrar de uma série de episódios e experiências com Antônio, coisas que nós fizemos em conjunto, outras que infelizmente o tempo não permitiu, projetos que estavam até já meio conversados, ??mais que acabaram não saindo.

Para quem não sabe o Antônio Rodrigues faleceu há alguns anos atrás, aí no meio disso eu lembrei que eu já tinha intenção de fazer um vídeo homenageando o Antônio, mostrando o quanto ele contribuiu para o meu próprio desenvolvimento, resolvi então fazer esse vídeo: 

Seis coisas que eu aprendi com radiestesista Antônio Rodrigues e que me tornaram um radiestesista melhor.

Cada uma dessas coisas pode auxiliar também na sua jornada. 

Vou começar aqui falando de cada uma delas, a terceira ou a quarta, agora não lembro bem a ordem, é a mais importante, mas todas elas são muito boas.

A primeira coisa que o Antônio me ensinou é basicamente o seguinte:

1- Admitir os próprios erros em Radiestesia e não continuar errando.

Houve um episódio muito específico, que aconteceu o seguinte,  quando eu comprei o livro Uso dos Gráficos em Radiestesia do Antônio Rodrigues eu ainda não tinha tanto contato com ele, nós nos víamos em eventos mas não havia muita aproximação.

Quando eu estava folheando esse livro, vi um erro em um dos gráficos, especificamente no gráfico “quadrado mágico”. Sendo assim, entrei em contato com Caffarelli que era um amigo em comum, e comentei com o Caffarelli sobre ter encontrado um errinho no gráfico “quadrado mágico”, expliquei tudo para ele e onde estava o erro, aí o Cafffarelli me disse :

“Vou te passar o número  do Antonio, entra em contato com ele e fale sobre isso.”

Na hora respondi: 

“De forma nenhuma,  tá doido ! Eu não vou entrar em contato com Antonio.”

Mas segundo o Caffarelli era tranquilo e ele iria agradecer.

Pensei comigo, se eu falar sobre isso com ele, acho que ele nunca mais vai falar comigo!

Enfim, acabei não entrando em contato ele, mas o Caffarelli pegou o material que eu tinha enviado e mandou para Antônio. Após alguns dias o Caffarelli entrou novamente em contato comigo dizendo que o Antonio queria o meu contato e disse:

“Ele quer lhe agradecer por você ter apontado o erro no quadrado mágico”.

“Esse erro não estava na primeira edição do livro, mas depois houve um problema e na segunda edição acabou vindo errado, com certeza na próxima já vai vir corrigido”

Isso me marcou muito, pois o Antônio normalmente  era conhecido mesmo com um cara muito turrão, as pessoas tinham muito medo das reações dele , mas dessa vez não só ele admitiu o erro e inclusive já avisou : devido a isso ter ocorrido, já se justifica uma próxima edição, quero consertar o mais rápido possível, pois erros não são para ser mantidos, então essa foi a primeira coisa que aprendi e sinto muita falta disso no mercado hoje em dia, muita gente erra mas nunca admitem o erro. 

Segunda coisa, essa eu aprendi num dia que nós estávamos no Instituto Mahat, estávamos conversando e tinha alguém lá, que eu não me recordo o nome, mas ele estava questionando o Antonio sobre algumas coisas da radiestesia,  e a pessoa mencionou que achava que Radiestesia era muito difícil, aí o Antônio falou  uma coisa que eu nunca esqueci, ele disse assim: 

2- A radiestesia na verdade é simples, porém devemos considerar coisas importantes, existem algumas regras, existem alguns parâmetros que devem ser respeitados, desde o treinamento do radiestesista, passando pela execução, depois pela pesquisa.

Isso me deu uma amplitude de certas coisas na radiestesia que realmente eu mesmo não tinha ideia, eu entendia a radiestesia como uma coisa complexa, e até vendia talvez essa ideia inconscientemente. Depois dessa conversa com Antônio Rodrigues eu acabei entendendo que não, você não precisa dominar tantas coisas, mas você precisa dominar algumas coisas muito bem, se você dominar esse conjunto de regras, esses parâmetros, se você dominar esses aspectos, você fará um bom trabalho em radiestesia. 

A terceira coisa e essa realmente é mais importante de todas, para a gente entender bem essa terceira coisa, você tem que assistir um trecho do vídeo onde o Antônio fala um pouco a meu respeito (em 6:00min), vou deixar trecho escrito aqui: 

“O Sérgio Nogueira é uma pessoa mais parecida comigo, ele é muito esclarecido e é bastante diferente dos demais, o Sérgio é uma ilha isolada.” 

O que acontece é que muita gente já viu essa declaração do Antônio, mas eu percebo que talvez a maioria nunca tenha entendido porque que ele falou isso. O próprio Antônio Felipe, com certeza ele entendeu o que Antonio falou, mas eu não estou  muito seguro se ele chegou a entender o motivo pelo qual o Antônio falou isso sobre mim, e para nós entendermos o porquê, nós devemos entender o seguinte, como o Antônio Rodrigues pensava quando ele diz:

“O Sérgio é o radiestesista que mais pensa como eu”

Temos que entender como o Antonio pensava.

3- O grande lance dele é que ele pensava como um radiestesista, como um radionicista.

A ideia do Antônio, que inclusive eu compartilho,  é que um dos maiores problemas que temos hoje dentro da radiestesia é a dificuldade dos radiestesistas pensarem a partir da própria radiestesia, pensar como radiestesistas.

É muito comum que a pessoa ao entrar na radiestesia tente entender e deduzi-la a partir dos seus conhecimentos anteriores, das suas vivências, das suas formações. A pessoa entra na radiestesia e ela quer entendê-la por exemplo a partir da sua visão religiosa, como por exemplo um budista, taoista, umbandista, católico ou evangélico. E a ideia de tentar encaixar radiestesia dentro daquilo que a pessoa acredita já é um problema inicial.

Outro aspecto é que a pessoa tenta muitas vezes encaixar a radiestesia dentro da sua formação acadêmica, então a pessoa quer entender a radiestesia a partir da sua profissão. Exemplo:

A pessoa é químico, engenheiro, físico ou qualquer outro especialista.

E a pessoa tenta deduzir a radiestesia a partir de determinadas regras mecânicas ou leis da sua própria profissão.

O Antônio Rodrigues entendia que esse era um fator extremamente limitante ao trabalho de vários radiestesistas.

Observe uma coisa, muita gente não teve um contato pessoal com ele, mas ele tinha uma característica incrível, não só do Antonio, vou citar outros exemplos. Mas ele conseguia conversar às vezes comigo por mais de uma hora explicando a radiestesia pela radiestesia, sem ficar recorrendo a outras disciplinas, sem tentar ficar recorrendo a conhecimentos externos.

O Dr. Neuci da Cunha Gonçalves, que também já partiu, também tinha essa característica fantástica, ele poderia dar uma aula para você, sem ficar tentando entender aquilo ou tentar explicar determinados fenômenos a partir de outras áreas, mas usando somente seu profundo conhecimento da radiestesia, das “ondas de forma”, da EDFS, como isso funciona, como é o universo energético que nós estudamos em radiestesia.

Eu aprendi com o Antônio Rodrigues a pensar como um radiestesista, foi ele que levantou essa lebre há anos atrás.

Um dia numa conversa ele disse:

“Sérgio tem uma coisa que eu gosto em você, pois você consegue pensar como um radiestesista.”

Acho que na verdade foi isso que nos aproximou a maior parte do tempo, mesmo que a gente também tivesse algumas divergências de pensamento. 

Sim, eu e o Antônio nós discordávamos em vários aspectos, mas ele tinha isso, ele explicava a radiestesia pela radiestesia, ele explicava os testes que ele tinha feito com a radiestesia, ele explicava as experiências que ele havia feito, era uma coisa muito imersiva na radiestesia, talvez seja essa palavra. Hoje eu sinto muita falta disso na maioria dos operadores de hoje em dia, essa imersão dentro da radiestesia, explicar a radiestesia pela radiestesia em si.

Vamos agora para o quarto ensinamento que eu tive com o Antônio Rodrigues, esse quarto ensinamento basicamente é:

4- O amor ao estudo da radiestesia.

Uma coisa que eu aprendi com ele anos atrás, também numa conversa que a gente teve na no Instituto Mahat, ele me disse: quanto mais você estuda a radiestesia, quanto mais conhecimento, quanto mais informações, melhor vai ser a prática. Pois você consegue ter mais recursos, um exemplo disso, se você estuda muito sobre avaliações de saúde em  radiestesia,  se você ver métodos diferentes, se você pratica com autores diferentes, você consegue chegar de ter várias formas de avaliação.

Se você não tem um determinado material, você consegue fazer essa avaliação de uma outra forma, se não for possível fazer a partir de um determinado caminho, você consegue seguir por outro caminho. Isso é tão importante para mim hoje que eu não parei de estudar, na verdade eu sempre gostei de estudar antes mas o Antônio Rodrigues ele me mostrou a importância disso na radiestesia.

Conhecimento é poder, isso nós já ouvimos diversas vezes, em radiestesia idem. 

Essa história que não precisa de conhecimento, não precisa estudar nós temos que deixar de lado, pois quanto mais estudamos mais temos o domínio das ferramentas, das possibilidades de técnicas.

Quinto ensinamento que eu tive com Antônio Rodrigues, conversando também com ele num outro dia, ele estava explicando também para uma outra pessoa e ele disse uma coisa muito interessante, a pessoa queria aprender muito aprender aquele movimento do pêndulo dentro outras coisas e ele disse: 

5- O radiestesista não se cria do dia para noite, radiestesia é um desenvolvimento, é uma coisa que nós temos dentro de nós e nós precisamos expurgar o máximo possível. 

Radiestesista ele vai se desenvolvendo, através do estudo, através da prática, e sem ficar pulando etapas.

Isso é uma coisa que eu deixei muito claro na minha escola, até os meus cursos, nas minhas formações, eu sempre falo para o pessoal . E é uma coisa que eu aprendi lá atrás com o mestre Antônio Rodrigues.

E por fim, mas não menos importante, a sexta coisa que eu aprendi com o Antônio é que:

6 – instrumentos em radiestesia não são tudo,  mas eles são muito importantes

Eu aprendi a amar realmente ter instrumentos adequados para cada pesquisa, ter o material mais indicado para fazer determinada análise, porque foi com Antônio Rodrigues que eu aprendi, que essas ferramentas mesmo quando não são imprescindíveis, nos auxiliam a ganhar tempo, auxiliam a ter maior precisão, auxiliam fazendo com que o nosso psiquismo seja menos utilizado e fazendo com que a nossa mente se desgaste menos.

Com o Antônio Rodrigues eu aprendi que, como  pesquisador em radiestesia, é sempre importante termos instrumentos adequados, pêndulos específicos.

Eu Posso me concentrar numa pessoa ficar girando qualquer pêndulo, buscando emitir alguma coisa de bom para, mas posso utilizar um pêndulo específico para isso, como por exemplo como o Osiris, pois ele faz com que a minha mente não tenha que se empenhar tanto na tarefa.

O Antônio Rodrigues tinha uma caixa muito parecida com a que eu vou colocar aqui para você nessa filmagem (ver vídeo), essa caixa inclusive eu tenho eu já mostrei várias vezes, essa é a minha, eu comprei essa caixa porque ele tinha uma dessas justamente para separar os seus instrumentos. 

Quando eu visitei o laboratório dele pela primeira vez, lembrei que os meus pêndulos eram uma bagunça, e que eu tinha pêndulos inclusive que eram muito caros, mas estavam meio que jogados num canto. Foi com o ele que aprendi também como organizar esses instrumentos.

Um dos problemas que eu vejo hoje, é que eu acho que a radiestesia brasileira no geral ela foi muito ingrata com o Antônio Rodrigues, assim como eu aprendi muito com ele, diversos outros radiestesistas também aprenderam sem normalmente mencioná-lo.

Eu não tenho nenhum problema em admitir, se não fosse pelo Antonio Rodrigues, meu trabalho inclusive não teria chegado onde chegou, sou muito grato a ele.

Esse vídeo vai ficando por aqui e eu espero que as obras e essas dicas também lhe auxiliem nessa jornada, esse livro está aqui na descrição o link da editora Alfabeto, você pode entrar em contato com eles.

Forte abraço até mais.

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