Introdução

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Esta série de artigos serão escritos para servir de introdução ao uso prático de aparelhos radiônicos. Inicialmente abordaremos o uso da Órion II, aparelho de nossa criação que utiliza o sistema Base 10 e índices De La Warr, porém em grande parte do tempo as técnicas podem ser aplicadas a outros instrumentos similares, tais como De La Warr, Bruce Copen e Ruth Drown, as vezes com pequenas variações.

Este primeiro artigo especificamente pode ser meio cansativo, dado que é necessário abordar alguns aspectos mais técnicos e conceitos que serão repetidos posteriormente, de forma que contamos com a compreensão e paciência do internauta.

A Base 10 é o sistema de ajustes mais utilizado durante toda história da radiônica, e consequentemente o mais desenvolvido e pesquisado nos dias atuais, além de ter contribuído definitivamente para o desenvolvimento e  alicerçamento da técnica, entre as vantagens que podemos listar do sistema Base 10 destacamos as seguintes:

  • As possibilidades de ajustes são muito amplas, de forma que  é possível regular o aparelho para quase qualquer coisa que temos em mente de maneira muito precisa, permitindo pesquisar índices de sistemas, órgãos, partes de órgãos, glândulas, vitaminas, sais minerais, corretores e outros de forma igualmente eficaz;
  • Permite tanto avaliações quanto tratamentos;
  • É um método simples, que permite que as pesquisas de um radionicista sejam reproduzidas por outros.

Detalhe, os índices que utilizamos são aqueles dos sistemas De La Warr e Bruce Copen, tais índices nem sempre são reproduzíveis em outros instrumentos.

Também é importante esclarecer que nem todo aparelho radiônico que trabalhe com diais divididos em 10 partes é um Base 10, já que o termo define toda uma arquitetura própria, ou seja, todo aparelho Base 10 trabalhará com ajustes de 0 a 10, mas nem todo aparelho que trabalha desta forma é Base 10, podemos citar como exemplo do que dissemos a Aleph 2.1 (do qual falaremos no futuro em outro artigo), também de nossa fabricação, que não se enquadra no categoria Base 10.

Conhecendo melhor a Órion II

1 e 2 – Poços de testemunho e emissão: São utilizados para se depositar um testemunho do sujeito (poço à esquerda), (veja adiante este termo), e para emitir corretores tais como florais ou Homeopáticos (poço à direita).

3 – Sensor tátil: A ÓRION II possui um sensor tátil que está ligado aos circuitos de sintonia e saída. É utilizado para configurar os 12 diais de sintonização.

4 – Diais de sintonia: Os diais da ÓRION II são numerados. São 12 diais para a configuração do circuito de sintonia. Também há um dial específico para ajustar a frequência a ser enviada para o sujeito, item (7).

5 - Chave liga desliga: Esta chave liga o aparelho, o ponto de ligado e desligado é indicado no painel do instrumento, ao ser ligado o led correspondente a chave deve acender, indicando que o mesmo está funcionando, se você ligá-lo e o led não acender é possível que seu aparelho esteja com algum problema. Confirme se a tomada está boa, se mesmo mudando de tomada ele não ligar entre em contato conosco para resolvermos o problema.

6 - Chave de emissão: Geralmente entre os dois poços esta chave serve para cortar a emissão ao testemunho, por isto é importante que ela esteja na posição AVALIAÇÃO enquanto você estiver efetuando testes, e em TRATAMENTO quando você for emitir, preste atenção ao led correspondente a esta chave, que acenderá quando a chave for posicionada em tratamento.

Porém o led de emissão não acende caso a primeira chave (liga – desliga) esteja desligada.

7 - Ajuste de frequência: Este dial está ligado à frequência do tratamento, ou seja, o número de vezes que a programação criada pelo operador será repetida em um espaço de tempo. É aconselhável ajustá-lo para cada caso, nem sempre a maior frequência é o mais aconselhável, como uma base podemos dizer que casos crônicos geralmente são tratados com frequências mais baixas, enquanto os agudos pedem o uso das mais altas, porém não se trata de uma regra geral.

8 - Leds indicativos: Sendo um deles para indicar que o aparelho está ligado (a direita) e outro (a esquerda) para indicar que ele está emitindo.

9 e 10 - Entrada para ponteira de pesquisa e sensor externo: A Órion II pode ser utilizada em conjunto com ponteira especial para pesquisas de Radiestesia, e sensor externo os quais podem ser adquiridos a parte pelo interessado. (Órion Plus)

11- Entrada para cartões CDR: Utilizada pelo operador para guardar os dados dos tratamentos em cartões especialmente projetados, tais dados podendo ser utilizados em emissões futuras sem a necessidade de reajustar o aparelho.

12 - Entrada de musicoterapia: A ÓRION II é o único aparelho de Radiônica existente no Brasil que possui uma entrada de musicoterapia, que é utilizada ligando-se um cabo simples de conexão sonora a um CD-Player ou ao computador, que estará tocando uma determinada música adequada ao caso do sujeito.

Na foto abaixo vemos a ÓRION II ligada a um programa de musicoterapia. Esta entrada também é importante para utilizar o aparelho em conjunto com outros aparelhos sonoros.

13 - Saída: A ÓRION II possui uma saída através da qual pode-se ligá-la diretamente a pessoa analisada, por meio do cabo de conexão exterior. É a parte da máquina que transmite energia, e aplica-se de modo que essa energia seja dirigida para o lugar adequado, conforme a necessidade do sujeito. A saída do aparelho está sempre ao lado da entrada para musicoterapia, e na foto abaixo é indicada por um conector vermelho.

Utilização da Órion II

Como sintonizar os diais – A ÓRION II possui 12 diais para a configuração de índices. Ao iniciar a sintonização, deve-se começar pelo dial superior à esquerda, que é (numerado de 0 a 100), ou pelo dial seguinte, (numerado de 0 a 10), (mais a frente veremos quando iniciar por um ou outro dial).


Atenção! A ordem sequencial de ajuste dos dias é a indicada pelas setas e números em vermelho na foto acima, ou seja, da esquerda para a direita e de cima para baixo.

Configuração – Para este modelo de aparelho radiônico, é importante que os valores obtidos na sintonização dos diais sejam registrados em seu caderno de notas. E além desses valores, como a máquina foi ajustada (uso das entradas / saídas, corretores etc). Em resumo, todas as condições que existirem em um dado momento e que devem ser reproduzidas durante o tratamento. O uso de cartões CDR facilita o processo, já que estes dados serão arquivados nos cartões.

Usando um Sensor Tátil

Placa fricção máquina radiônica

 

Nosso aparelho usa um sensor tátil no processo de regulagem, existem duas formas de utilizá-lo, fricção ou através da Radiestesia. Em sua pesquisa o radionicista pode, por exemplo, colocar no poço de testemunho um cristal, ou amostra de metal e começar a friccionar a placa enquanto manipula cada um dos diais, a partir do segundo (numerado de 0 a 10), começa do 0, depois no 1, no 2 e assim sucessivamente, em algum momento ocorrerá um aumento de resistência em algum ponto e o dedo já não deslizará com a mesma facilidade de antes, indicando que aquele é o ponto de regulagem do aparelho.

Importante: Não fique ansioso para conseguir um “puxão” em um certo lugar no sintonizador, mas sim, deixe acontecer onde quer que seja. Sob condições diferentes a mesma amostra pode dar um número diferente no dial.

Exercício:

1. Coloque uma amostra de testemunho no poço da esquerda.

2. Acione a chave do aparelho.

3. Ajuste todos os diais para o valor zero.

Como referencial marque em um papel INDICE PESSOAL DE FULANO e coloque no poço junto com o testemunho. Comece com o segundo dial do

sintonizador (numerado de 0 a 10). Mantenha-o no 0 enquanto fricciona a placa tátil, se não sentir resistência (que chamamos de ressonância), tire o dedo da placa, regule o dial em 1 e repita o processo, quando sentir o “puxão”, pare de girar o botão e espere um ou dois segundos antes de partir para o próximo dial.

Parta para o próximo sintonizador da série e repita o processo acima. Continue fazendo isto até que todos os diais da série estejam configurados para a posição que der a melhor e mais nítida sensação na sua mão ou ponta dos dedos.

Dado ao fato de possuir 12 diais de sintonia, é muito comum que vários deles fiquem no 0, isto se dá simplesmente porque a maioria das coisas que você for pesquisar podem ter seu índice identificado por um número relativamente pequeno de dígitos, desta forma não fique apreensivo se nas pesquisas encontrar índices nos quatro ou cinco primeiros diais e os próximos já agarrarem no 0, significa que o índice que você encontrou é suficiente para determinar a configuração de energia do que busca.

Importante: Alternadamente, se você for um radiestesista, pode simplesmente pendular acima do sensor tátil a fim de determinar quando o sintonizador estiver corretamente configurado, este outro método não é superior nem inferior ao primeiro, simplesmente ocorre que alguns operadores se adaptam melhor a um ou outro sistema.

Amostras para o poço de testemunho

Fios de cabelo, unhas, sangue, fotos, saliva.

Exemplos de material para emissão

Cristais,  água energizada, minerais, símbolos gravações de música, voz da pessoa etc…

Importante: Para evitar sujeira e contaminação no poço de testemunhos, pode-se colocar a amostra dentro de um recipiente de qualquer material exceto plástico transparente, o qual segundo Hyerônimus pode interferir no processo de tratamento vibracional de instrumentos radiônicos . Recomenda-se fortemente usar vidros transparentes ou âmbar com rolha, porém obrigatoriamente redondos semelhantes ao da foto abaixo.

frascos para usar junto com aparelhos de radiônica.

Usando a Máquina ÓRION II – Aplicações

Uso de índices radiônicos

Este artigo tem como meta dar aos usuários de aparelhos radiônicos Base 10 os primeiros elementos para o uso correto dos índices que utilizamos, desta forma trata-se de algo simples, porém que pode responder às dúvidas principais.

Lembramos a todos que a Radiônica é muito vasta e não temos a pretensão de esgotar o assunto nestas poucas páginas, os interessados em se aprofundar devem procurar nosso curso de Radiônica, onde poderão aperfeiçoar os métodos de trabalho.

Índices, o que são?

Chamamos de índices as diversas regulagens possíveis de um aparelho, os quais criam um padrão vibratório que nos permitirá auferir a situação energética de uma pessoa.

Apesar de muitos índices se referirem a doenças orgânicas, não diagnosticam as mesmas, eles diagnosticam com precisão, as frequências vibratórias sutis que normalmente acompanham tais patologias, lembrem-se sempre, todo diagnóstico radiônico é energético.

Conhecendo os diais e os índices

Como vimos anteriormente, a ÓRION II possui 12 diais, sendo o primeiro no alto à esquerda numerado de 0 a 100, enquanto os outros são numerados de 0 a 10.

O uso deste dial (numerado de 0 a 100) é reservado a pesquisa dos índices que digam respeito a desequilíbrios constantes no caderno, sempre que este comece por uma escala centesimal.

Exemplos:

Blefarite – 80.82

Asma brônquica – 20.454

Anorexia – 30.2373

Anosmia – 50.5801

Os índices de desequilíbrios podem ser encontrados no primeiro caderno de índices que fornecemos.

Para usar estes índices, tendo uma amostra de testemunho no poço basta regularmos o aparelho através do primeiro dial (numerado de 0 a 100), os outros diais ficam no zero, a seguir testamos a sensação tátil na placa sensora.

O Vídeo abaixo mostra o processo, bem como a fórmula utilizada para tratamentos.

Quando devo inverter os índices?

ATENÇÃO!

Sempre que o mesmo se refira a um desequilíbrio.

E quando o índice não se refere a um desequilíbrio?

Exemplos:

Abdômen – 1233

Abducente – 2365

Acetilcolina – 251515

Açúcar do sangue – 4095

Neste caso você regulará aparelho à partir do segundo dial (numerado de 0 a 10), deixando o primeiro (numerado de 0 a 100), no 0.

O último dial será regulado em 10 (100%).

Eles servem para testarmos se estas partes na pessoa cujo testemunho temos em mãos estão de acordo com a frequência vibratória adequada. O último dial será usado para verificar a porcentagem novamente, como o índice se refere ao estado ideal do que pesquisamos (1233 é o estado ideal do abdômen por exemplo), se o operador obtiver ressonância quando o último dial está regulado em 10 (100%) isto indica que o órgão em questão está com funcionamento normal.

Exemplo:

Vamos supor que você testou 1233, o último dial em 10 (100%) e não obteve uma resposta positiva, ou seja, não percebeu a chamada sensação tátil, neste caso diminua o último para 9 (90%), teste novamente, repita o processo até obter a pega, o número do último dial indicará o grau de divergência entre o estado ideal e aquele apresentado pelo testemunho.

Para tratamentos podemos deixar este índice no aparelho com o primeiro dial no 0, colocamos o último também no 0 e ligamos a emissão, assim ele irá enviar a frequência vibratória à pessoa informando o órgão qual a frequência correta.

Parece complicado, mas no fundo o processo é bem simples e uma semana de treino constante o deixará completamente familiarizado com o processo.

Mais um exemplo:

Tireóide – 2687

Regule o aparelho a partir do segundo dial, o primeiro (numerado de 0 a 100) estará no 0 e o último estará no 10, agora comece testando ele, se não obteve uma resposta regule esse último dial para 9 (90%), teste novamente, depois para 8 (80%) e assim sucessivamente, vamos supor que no 6 (60%) se obteve resposta, isto indica que o estado vibracional da Tireóide está 40% desequilibrado (explicando de forma mais fácil), você pode voltar o último dial para o 0 e emitir aquela frequência para a pessoa. Ou pode ainda aprofundar a pesquisa para descobrir pontos mais exatos de desequilíbrio.

Unindo índices

Podemos, e muitas vezes é imprescindível, indicar pontos específicos em que o aparelho deve atuar, para isto uniremos os índices, vamos aos exemplos:

596 – fígado

48 – lobo direito

59648 – lobo direito do fígado

Outro:

2208 – Nervos cranianos

5334 – Olfatório

22085334 – Nervo craniano olfatório

Importante:

De acordo com alguns pesquisadores deve-se sempre inserir no índice o local do tratamento, tal como  inserir o índice de estômago após o de gastrite. Tal procedimento é completamente desnecessário entretanto, gastrite é só no estômago.

Mas existem alguns problemas que podem ocorrer em várias partes, como os tumores por exemplo, neste caso é necessário que o operador indique a localização correta do problema através da adição de índices.

Exemplo:

50.18 – Tumor

776 – Pulmões

50.18(776 ) – Tumor nos pulmões

90.92(776) – Tratamento para tumor nos pulmões

Observe que apenas uma parte do índice é invertido, aquela que se refere ao problema, permanecendo o índice do órgão inalterado.

Uma dica, se especialize em pesquisar índices, pesquise os índices de várias pessoas, pedras, sentimentos etc…